O Deputado Estadual Paulo Ramos é a última trincheira de resistência moral do PDT. Uma das nobres e honradas exceções da ALERJ.
domingo, 18 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
PAULO RAMOS DEFENDE DEPUTADA EM PLENÁRIO
"O que são as organizações sociais? As Organizações Sociais são, a abertura de mercado com a saúde do povo. É isso, abertura de mercado para a iniciativa privada enriquecer com a saúde e com a vida do povo.
Existem várias rubricas dentro da área da Saúde hoje que não são por lei e esta Casa de Leis não consegue fazer essa fiscalização... porque está muito mais preocupada com os negócios que podem fazer aqui dentro para poder enriquecer e fazer com que o povo trabalhador morra lá fora".
DEPUTADA JANIRA ROCHA
Deputado ANDRÉ CORRÊA – Deputada nomine quem está fazendo negócio? Ou ela, a quem tenho respeito muito grande, ou ela vai lá e nomina as pessoas ou eu vou representá-la no Conselho de Ética para que ela diga quem está fazendo negócio nesta Casa.
Deputada CIDINHA CAMPOS – Nós a faremos.
DISCURSO DO DEPUTADO PAULO RAMOS - 06 / 09/ 2011
Estamos apreciando as contas do governo com parecer favorável do Tribunal de Contas. É claro que causa grande surpresa o Tribunal de Contas insistir, a cada ano, nas ressalvas e recomendações. É estranho porque, obviamente, a análise detida das contas do governo nos leva à conclusão de que há realmente muitos desvios.
Considero natural que um ou uma parlamentar se manifeste de forma indignada diante da certeza de que as contas vão ser aprovadas. Claro que são naturais os arroubos da tribuna. Estou nesta Casa há pouco mais de 12 anos. Já ouvi parlamentar subir à tribuna e chamar o governador, ou o presidente desta Casa, de ladrão. Eu já ouvi parlamentar chegar à tribuna e dizer que aqui só tinha ladrão, também sem nominar, sem citar os nomes, se manifestando de forma a mais genérica. Eu não vejo nenhuma razão para alguém se sentir atingido com o discurso da Deputada Janira, porque nós estamos habituados a ouvir e estamos habituados a falar. Eu não tenho dúvida que se for feita uma consulta à opinião pública, todos, com raríssima exceção, todos vão dar razão à Deputada Janira, porque surpreende e assusta, por vezes, ver a manifestação, através do voto, da maioria esmagadora desta Casa e ninguém se sinta, ou que tenha uma sensibilidade tão à flor da pele para se sentir, atingido, especialmente quem também tem por hábito agir através de arroubos em momentos os mais diversos.
É muito fácil para alguns trocar de lado, é muito fácil trocar de lado assumindo a mesma veemência que assumia quando era oposição; é muito fácil assumir posições concretas em votações anteriores e chegar aqui não só votar exatamente da forma oposta, como também fazer veemente defesa.
Eu não vejo nenhuma diferença do governo Sérgio Cabral no primeiro mandato - quando nós, do PDT, éramos oposição - para o governo Sérgio Cabral agora. Ao contrário, o governo Sérgio Cabral agora dá muito mais evidências de que está a quilômetros de distância da ideologia e do programa do meu partido, o PDT. Que nós aqui tenhamos a compreensão de que é um direito do parlamentar subir à tribuna e expressar a sua opinião. É direito, todos estão protegidos! A tribuna é o único lugar onde o parlamentar tem imunidade. Parabéns, Deputada Janira, por ter aqui de forma indignada explicitado a sua opinião. Não me senti atingido, não entendi generalizações. V.Exa. não me atingiu. Quem bota a carapuça precisa se preocupar porque estamos diante desse caso: o governo Sérgio Cabral está cometendo crimes na área da Saúde. Crimes! As pessoas estão morrendo porque não têm recurso para área da Saúde. Tem recurso para terceirização. – Tem recurso para tudo, tem recurso para propaganda... Como é possível? Causa uma indagação. Como, diante de um quadro tão revelador, o Parlamento, em sua maioria esmagadora, contesta os procedimentos? O Tribunal de Contas - já falamos aqui - é a “casa do acerto de contas”, porque se fosse um verdadeiro Tribunal de Contas, um auxiliar do Poder Legislativo, seguramente, teria condenado essas contas. Então, que ninguém ponha a carapuça, desde que não se sinta atingido. Quem age com veemência da tribuna, com arroubos da tribuna; que já teve a oportunidade também de dizer que nesta Casa só tinha ladrão, sem que tenha havido a mesma reação. - vamos aceitar democraticamente, isto sim, a opinião de qualquer parlamentar que ocupa esta tribuna da forma que entender conveniente para explicitar o seu pensamento. Vamos votar “não” a essas contas. Não, não e não, compreendendo o arroubo de qualquer um que assoma a esta tribuna para explicitar seu pensamento. Muito obrigado.
DEPUTADO PAULO RAMOS
PAULO RAMOS DENUNCIA EM CONGRESSO O DESVIO MORAL E ÉTICO DO PDT
5º CONGRESSO NACIONAL DO PDT - comemoração dos 50 anos da Legalidade - PORTO ALEGRE
PDT corre risco de perder registro e desaparecer
O PDT pode perder o registro no Tribunal Superior Eleitoral por causa de confusão judicial no Rio de Janeiro, e até desaparecer. O partido criado por Leonel Brizola conta com oito diretórios regionais, muito embora a lei obrigue um mínimo de nove. Em agosto, a 1ª Vara Cível do Rio deu ganho de causa a um grupo de militantes que questiona a eleição da executiva no estado. Desde então, ficou sub judice.
Claudio Humberto
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
CPI para obras sem licitações
A CPI será formada por cinco membros e terá prazo de 90
dias para a conclusão, e mais 30 dias prorrogáveis.
“A Alerj tem a obrigação de investigar essa quantidade de
obras sem licitação, como vêm denunciando os jornais. É um
absoluto e um total descaso com a legislação e com o bom
manual de administração pública”, afirmou o deputado.
Para ele, Sérgio Cabral está afrontando a opinião pública com
obras sem licitação e com os favores que o governador
recebe de empreiteiros que têm negócios com o governo.
“No último final de semana, foi publicado que, em mais uma
dessas licitações, o governo iria investir cerca de 40 milhões.
Indagado, o governador, que estava no exterior, como
sempre, ainda teve a ousadia de afirmar que não sabia dessa
obra e quem assinou o contrato teria sido seu vice, Pezão. É
debochar da nossa inteligência afirmar que não sabe de nada
sobre uma obra com um montante volumoso de dinheiro
público como essa”, afirmou Paulo Ramos.
A denúncia de mais uma obra sem licitação foi feita pelo jornal
O Estado de São Paulo, no último final de semana. Segundo o
jornal, Cabral assinou mais oito contratos, sem licitação, com
a Delta Construção, no valor total de R$ 37 milhões, para
obras na Região Serrana. O fato ocorre apenas dois meses
após o trágico acidente com o helicóptero na Bahia que matou
sete pessoas, entre elas a namorada do filho do governador
Sérgio Cabral e a mulher de Fernando Cavendish, dono da
Delta e amigo do governador.
dias para a conclusão, e mais 30 dias prorrogáveis.
“A Alerj tem a obrigação de investigar essa quantidade de
obras sem licitação, como vêm denunciando os jornais. É um
absoluto e um total descaso com a legislação e com o bom
manual de administração pública”, afirmou o deputado.
Para ele, Sérgio Cabral está afrontando a opinião pública com
obras sem licitação e com os favores que o governador
recebe de empreiteiros que têm negócios com o governo.
“No último final de semana, foi publicado que, em mais uma
dessas licitações, o governo iria investir cerca de 40 milhões.
Indagado, o governador, que estava no exterior, como
sempre, ainda teve a ousadia de afirmar que não sabia dessa
obra e quem assinou o contrato teria sido seu vice, Pezão. É
debochar da nossa inteligência afirmar que não sabe de nada
sobre uma obra com um montante volumoso de dinheiro
público como essa”, afirmou Paulo Ramos.
A denúncia de mais uma obra sem licitação foi feita pelo jornal
O Estado de São Paulo, no último final de semana. Segundo o
jornal, Cabral assinou mais oito contratos, sem licitação, com
a Delta Construção, no valor total de R$ 37 milhões, para
obras na Região Serrana. O fato ocorre apenas dois meses
após o trágico acidente com o helicóptero na Bahia que matou
sete pessoas, entre elas a namorada do filho do governador
Sérgio Cabral e a mulher de Fernando Cavendish, dono da
Delta e amigo do governador.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Os servidores ocupantes de cargos do Quadro Suplementar do Degase têm garantido os mesmos direitos dos servidores do quadro de pessoal.
Em plenário, Ramos agradeceu à sua colega de partido, deputada Cidinha Campos, a derrubada do veto. Ela intercedeu pela proposta junto ao Governo. “Não fazia sentido que, em se tratando de poucos profissionais, a extensão não pudesse ser feita. Isso não oneraria o Governo”, analisou a parlamentar. Segundo a Lei 5.933, há 96 servidores no quadro suplementar, entre auxiliares de serviços gerais (34), cozinheiros (12), digitadores (34), motoristas (14) e telefonistas (2). A proposta será promulgada nos próximos dias, passando a fazer parte da lei que, entre outras coisas, fazia alterações na estrutura do quadro funcional, alterava denominações e tratava da progressão na carreira, a cada cinco anos.
DETRAN ATENDENDO AOS SÁBADOS
Garantir o atendimento aos motoristas que não podem ir ao Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran-RJ) durante a semana é o objetivo do projeto de lei 929/07. O texto, que a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) determina que o órgão também preste atendimento aos sábados.
Parabéns deputado
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
“Cachorros do governo, cachorros do governo!”
"vendo a submissão, a covardia da maioria submissa ao Governo nesta Casa, que chegou inclusive a negar a existência de uma lei, eu me lembrei da torcida do Itumbiara: “Cachorros do governo, cachorros do governo!”
Deputado Paulo Ramos
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
A 1ª VARA CÍVEL DO ESTADO ANULOU A CONVENÇÃO REGIONAL DO PDT
No documento, pedem que seja nomeada uma comissão provisória integrada porrepresentantes das bancadas estadual e federal para escolha dos membros do novo diretório regional e pedem convocação de nova eleição em 90 dias. O advogado do partido e integrante da Executiva Nacional, LauroSchuch, disse ter dado entrada com embargo de declaração na prórpia 1ª Câmara Cível, arguindo a omissão de informações importantes na decisão, como o fato de não mencionar que quem tem competência para convocar eleições é o presidente do partido. Segundo ele, a decisão afronta a lei orgânicados
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